Friday, February 17, 2017

Das desculpas

Olá, meu amigo, há nuito que não nos falamos, não é? Perdoa-me, por favor. Essa falta de consideração contigo, eu sei. Mas acredite, tentei por vezes nascer de novo, me encontrar novamente. Fugo, busquei refúgios, e tentei subterfúgios inexatos. Mas cá estou eu de volta, para o meu bom e velho amigo. Para o meu divã. Aquele que nunca deixou de me ajudar, que nunca esqueceu de mim. Peço, novamente, meu amogo, que me perdoes. O chão está sujo, e eu irei varrê-lo. Vou abrir as janelas, e destrancar as portas. Irei salvaguardar nosso santuário novamente. Eu estou aqui e daqui não saio mais. Mais uma vez, meu maigo, me desculpe.